| 1 x de R$75,00 sem juros | Total R$75,00 | |
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| 3 x de R$25,00 sem juros | Total R$75,00 | |
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| 6 x de R$15,04 | Total R$90,26 | |
| 7 x de R$12,95 | Total R$90,64 | |
| 8 x de R$11,37 | Total R$90,92 | |
| 9 x de R$10,13 | Total R$91,19 | |
| 10 x de R$9,17 | Total R$91,68 | |
| 11 x de R$8,38 | Total R$92,17 | |
| 12 x de R$7,72 | Total R$92,58 |
| 1 x de R$75,00 sem juros | Total R$75,00 | |
| 2 x de R$41,12 | Total R$82,23 | |
| 3 x de R$27,81 | Total R$83,42 | |
| 4 x de R$20,88 | Total R$83,52 | |
| 5 x de R$17,15 | Total R$85,73 | |
| 6 x de R$14,29 | Total R$85,74 | |
| 7 x de R$12,51 | Total R$87,54 | |
| 8 x de R$10,94 | Total R$87,55 | |
| 9 x de R$9,97 | Total R$89,77 | |
| 10 x de R$9,05 | Total R$90,49 | |
| 11 x de R$8,23 | Total R$90,50 | |
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Tempo dos Flamengos, publicado originalmente em 1947 pelo historiador pernambucano José Antônio Gonsalves de Mello, é um dos maiores clássicos da historiografia brasileira sobre o período do Brasil Holandês (1630–1654).
Em vez de focar apenas nas grandes batalhas militares ou na biografia política de Maurício de Nassau, o livro inova ao se voltar para a história do cotidiano, da sociedade e da cultura da época.
O autor organiza a obra investigando como a presença dos "flamengos" (como os holandeses eram chamados) moldou o Nordeste através de áreas fundamentais:
A Vida Urbana: Gonsalves de Mello reconstrói minuciosamente o dia a dia de Recife e Olinda. Ele descreve a arquitetura dos sobrados altos e estreitos, o calçamento das ruas, o saneamento básico e os severos problemas de abastecimento, mostrando que a cidade viveu extremos de extrema riqueza (o "monte de ouro") e períodos de fome severa.
Alimentação e Hábitos: O livro detalha o choque cultural alimentar. Inicialmente, os soldados holandeses tinham medo e rejeitavam a comida nativa (como a macaxeira e frutas tropicais), dependendo do que vinha de fora, até que os hábitos locais fossem gradativamente assimilados.
Relações Sociais e Escravidão: Analisa a convivência entre os colonos holandeses, a população portuguesa local, os indígenas e as comunidades de africanos escravizados, lançando luz sobre a estrutura social e a manutenção do sistema açucareiro.
Tolerância e Conflito Religioso: Aborda a coexistência (nem sempre pacífica) entre o calvinismo dos ocupantes, o catolicismo dos luso-brasileiros e a liberdade temporária concedida à comunidade judaica, evidenciando as tensões cotidianas que ocorriam até mesmo em procissões e festas públicas.
