| 1 x de R$55,00 sem juros | Total R$55,00 | |
| 2 x de R$27,50 sem juros | Total R$55,00 | |
| 3 x de R$18,33 sem juros | Total R$55,00 | |
| 4 x de R$16,35 | Total R$65,38 | |
| 5 x de R$13,18 | Total R$65,89 | |
| 6 x de R$11,03 | Total R$66,19 | |
| 7 x de R$9,50 | Total R$66,47 | |
| 8 x de R$8,33 | Total R$66,67 | |
| 9 x de R$7,43 | Total R$66,87 | |
| 10 x de R$6,72 | Total R$67,23 | |
| 11 x de R$6,14 | Total R$67,59 | |
| 12 x de R$5,66 | Total R$67,89 |
| 1 x de R$55,00 sem juros | Total R$55,00 | |
| 2 x de R$30,15 | Total R$60,30 | |
| 3 x de R$20,39 | Total R$61,18 | |
| 4 x de R$15,31 | Total R$61,25 | |
| 5 x de R$12,57 | Total R$62,87 | |
| 6 x de R$10,48 | Total R$62,88 | |
| 7 x de R$9,17 | Total R$64,20 | |
| 8 x de R$8,03 | Total R$64,20 | |
| 9 x de R$7,31 | Total R$65,83 | |
| 10 x de R$6,64 | Total R$66,36 | |
| 11 x de R$6,03 | Total R$66,36 | |
| 12 x de R$5,60 | Total R$67,16 |
Livro em ótimo estado de conservação, com páginas limpas e preservadas, sem qualquer rasura, dobra ou sinal de desgaste. A capa mantém sua estrutura original, apresentando apenas discretos sinais de manuseio, típicos de um cuidado exemplar.
O livro "Quixote e Faraós", de Alípio Rocha Marcelino, é uma obra que explora a intersecção entre a erudição, a história e a sátira, utilizando figuras icônicas para refletir sobre a condição humana e o poder.
Aqui estão os pontos principais da obra:
O autor constrói uma narrativa onde o idealismo de Dom Quixote (símbolo da loucura lúcida e do romantismo) dialoga com a grandiosidade petrificada dos Faraós (símbolos da imortalidade política e da autocracia). O livro utiliza essa metáfora para questionar a busca humana por glória e o quanto os nossos "moinhos de vento" podem ser, na verdade, monumentos ao ego.
Alípio Marcelino é conhecido por um estilo denso e reflexivo. A obra não é uma aventura linear, mas uma sucessão de ensaios e crônicas narrativas que exigem um leitor atento. Ele utiliza a figura do Quixote não para repetir Cervantes, mas para representar o intelectual ou o sonhador que tenta decifrar os enigmas da "esfinge" da sociedade moderna.
A referência aos Faraós serve como uma crítica àqueles que, no presente, tentam construir legados indestrutíveis através da opressão ou da vaidade. O autor contrasta a "poeira do deserto" que cobre as pirâmides com a vitalidade do cavaleiro da triste figura, sugerindo que a verdadeira eternidade reside na imaginação e na dignidade, não na pedra.
A Morte e a Memória: Como as civilizações tentam evitar o esquecimento.
A Loucura como Resistência: O desajuste de Quixote perante um mundo pragmático e autoritário.
A Dualidade Humana: O desejo de ser divino (faraônico) contra a realidade da nossa fragilidade.
